Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

A Daphnia Magna e os corantes industriais

 

A ecotoxicidade das anilinas
 
 
 
 
 
 
 
 
Introdução:
A indústria têxtil e dos curtumes utilizam as anilinas como corantes. Frequentemente, estes compostos químicos são lançados nos efluentes sem qualquer tratamento. Tais compostos
apresentam toxicidade e incorporam-se nas cadeias alimentares através dos diferentes níveis tróficos até chegarem ao homem;

 

 

 

 

 

Enquadramento do Projecto:
No contexto das disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química para o terceiro ciclo:
Para o 8º ano: “Perturbações no equilíbrio dos ecossistemas” e determinação de concentrações em soluções;
Para o 9º ano: “Saúde individual e comunitária” e determinação de parâmetros físico-químicos;

 

 

Morfofisiologia da Daphnia:
Apresentação aos alunos da morfologia da Daphnia Magna, com observação do crustáceo no MOC (microscópio óptico composto) com ampliação 10x;
Breve descrição do:
ciclo de vida da Daphnia;
dieta;
condições ideais para a sua sobrevivência;
 

 

Actividade experimental:
  • Problema:
    • O ribeiro junto à escola recebe esgotos de uma tinturaria que utiliza abundantemente as anilinas.
  • Hipótese:
    • A taxa de sobrevivência das Daphnias é fortemente influenciada pela concentração de anilinas.
 
 
Anilinas e a saúde pública:
Produto que é nocivo quando ingerido ou inalado, apresenta riscos carcinogéneos
Este produto quando
Por inalação – irritação das vias respiratórias, tosse dispneia e edema pulmonar.
 
Por ingestão – nocivo se ingerido irritação
nas vias digestivas, náuseas vómitos, dores abdominais e diarreia.

 

 Conceição Fonseca e o grupo das colegas da acção de formação (Manuela, Cláudia, Marilia, Ana e Lúcia)

 

 

Fim 

 

 

publicado por daphniabio às 22:48
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Fim

Hoje acabamos o trabalho ...

apesar do bom tempo..... BOM TEMPO????

 

o grupo reuniu toda a tarde para acabar este belo manual da Dafnia

Espero que as outras "storas"/ "mestras" gostem.

 

 

Ana  Manuela Lúcia MariliaCláudia

publicado por daphniabio às 17:50
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Classificação de Seres Vivos

 

 

 

 Ver proposta de ficha de trabalho.
 

 

 

Nunca utilizaste um microscópio óptico composto (M.O.C.)?

 

Não te preocupes!

 

Observa com atenção o video abaixo que te ajudará...

 

 

 

 Bom trabalho!

publicado por daphniabio às 17:39
link do post | comentar | favorito
|

O poster da UNIÃO

 

Foi com imenso prazer que 6 "Storas" se "ajuntaram" acidentalmente à mesma mesa de um laboratório do Visionarium para observar e estudar as dáphnias.

Desses encontros surgiu uma  parceria inquebrável que futuramente partilharão as suas experiências, neste mesmo local.

 

Aqui está o resultado desta parceria, um poster muito bonito que com muita obstinação lá conseguimos postar neste blog.

 

publicado por daphniabio às 16:52
link do post | comentar | favorito
|

O Clube Dafnia

www.picturetrail.com/flicks/6706758/preview

 

 

Projecto clube Dapnhia
Agrupamento Vertical de Escolas de MONDIM DE BASTO
Utilização de um modelo Biológico (Dapnhia magna) no Ensino Experimental das Ciências
Dapnhia magna, Straus (conhecida por pulga – de -água) apresenta características vantajosas que a tornam um excelente organismo teste para utilização em meio escolar.
Durante este projecto de clube os alunos terão a oportunidade de contactar com técnicas de iniciação e manutenção de culturas de Daphnia magna assim como explorar as suas potencialidades no ensino experimental das Ciências através da realização de uma série de actividades experimentais.
Alunos:
ARSEN SHERECHENKO; 6ºA
TERESA SECA; 6º A
JOÃO CAMPOS 6ºA
LUÍS MOTA; 6ºA
JOANA OLIVEIRA; 6ºA
ANA PENEDA; 6ºA                                                      
INÊS RAMOS; 6ºA
NUNO ARADA; 6ºA
SARA VELOSO; 6ºA
HORÁRIO FUNCIONAMENTO: Quartas feiras das 15.40h às 17.00h
Professoraresponsável: Marília Coelho Ribeiro Costa
Local de realização: Laboratório – sala B3
Metodologia/Conteúdos
Pesquisa de substâncias tóxicas nicotina, álcool e tabaco;
Teórica: Dphnia magna: morfologia, ecologia e reprodução;
Realização de actividade experimental observação de Dapnhia magna;
Realização de micro fotografia e vídeo;
Elaboração de um poster - concurso “Divulga Ciência”;
Criação e manutenção de um Blog.
Apresentação de trabalhos.
Avaliação
Elaboração de trabalho de grupo; participação assiduidade e criatividade.
AVALIAÇÃO DOS ALUNOS PARTICIPANTES:
Critérios de avaliação:
Aquisição de conhecimentos
Fichas de trabalho: 3%
Saber mais: 3%
Investigação 3%
Trabalho experimental (incluir projecto Dapnhia) 8%
Conferências 3%. -------------------------------FIM
publicado por daphniabio às 16:40
link do post | comentar | favorito
|

Reprodução

O tópico de reprodução destes animais é sem dúvida o mais fascinante, na nossa opinião. As dáfnias reproduzem-se de duas formas distintas, uma sexuada e outra assexuada. Ao processo de reprodução assexuada, isto é sem a intervenção de gâmetas (células sexuais) machos chamamos partenogénese. Esta ocorre normalmente no verão quando as condições são ideais. Depois de uma mudança de carapaça aparecem entre 2 e 20 ovos na bolsa que as fêmeas têm no abdómen e na próxima mudança de carapaça estes ovos já desenvolvidos para pequenos clones da mãe são largados. Estes novos animais nascem já muito desenvolvidos e poucos dias depois já serão capazes de ter uma ninhada própria. A partenogénese aumenta exponencialmente o tamanho da colónia, durante este período há poucos machos. Em épocas frias com pouco alimento a reprodução sexuada produz ovos que são largados no fundo onde podem sobreviver em desenvolvimento suspenso durante até 20 anos em gelo e seca até as condições estarem mais favoráveis. Normalmente é na próxima primavera que estes ovos eclodem.

 

 

publicado por daphniabio às 16:15
link do post | comentar | favorito
|

Habitat

 

Dáfnias existem em quase todos os cursos de água ricos em nutrientes, são, regra geral, organismos de água doce, embora existam algumas espécies marinhas. No habitat natural alimentam-se essencialmente de plâncton, mas podem também comer alguns organismos pequenos como protistas e bactérias. As pulgas de água são um alimento natural para muitos dos peixes que conhecemos do nosso passatempo. Como se tratam de animais pequenos e fracos, sujeitam-se à corrente que existe no seu habitat, mas em geral podemos encontrá-las perto da superfície onde há maior concentração de micro algas. Em certas alturas as dáfnias fazem um enorme esforço para nadar até ao fundo da água para se refugiar de predadores. Para não ficarem fragilizados durante a troca de carapaça, a nova carapaça cresce já por baixo da antiga e na altura de perder a armadura velha, as dáfnias enchem a nova e maior com água dando a impressão de um crescimento instantâneo que em jovens pode ser muito notável pois podem aumentar para o dobro do tamanho.

 

publicado por daphniabio às 15:59
link do post | comentar | favorito
|

Classificação/Morfologia

 

Daphnia spp.

Classe: Branchiopoda
Ordem: Cladocera
Família: Daphniidae
Género: Daphnia

Nome comum: Pulga de água ou Dáfnia.
 
Esquema da dafnia e fotografia efectuada durante a acção de formação

 
Descrição: A espécie mais comum de pulga de água é a Daphnia magna. O nome comum deriva do facto destes animais se parecerem com as pulgas terrestres tanto em aspecto físico como nos movimentos repentinos com que se deslocam. Dáfnias são, na realidade, crustáceos aquáticos cujo tamanho varia entre 0,2mm e 3,0mm. O seu corpo não é distintamente segmentado, mas consiste numa carapaça em forma de concha dobrada ao meio e aberta no ventre. Sendo esta carapaça transparente, torna-se fácil estudar a anatomia destes animais, inclusivamente o coração (1). Como é usual com crustáceos, para crescerem descartam a carapaça velha pois esta não acompanha o crescimento. Na cabeça destes animais encontramos uma mancha escura que é um olho composto (2) e diversas antenas das quais duas são usadas para a locomoção (3). Muitas Dáfnias, incluindo D. pulex e D. magna têm um órgão sensível à luz parecido com um olho, chamado “ocellus” (4). Na parte posterior da cabeça existem mandíbulas muito difíceis de ver, que se encontram em movimento contínuo a esmagar e moer a comida. Num animal vivo conseguimos seguir o circuito da comida pelo abdómen até ao ânus situado no posterior do abdómen. Para limpar a carapaça existem duas garras cuticulares em gancho na parte posterior do abdómen (5) os finos pelos que existem nestes apêndices são muitas vezes usadas para fazer a distinção de espécies. Situadas no tórax encontramos 4 a 6 pares de pernas que, tal como nos camarões são usadas para propulsão (6). Os machos são geralmente mais pequenos e têm antenas mais compridas. O abdómen das fêmeas tem um formato diferente devido a uma bolsa onde elas guardam os ovos (7).


 

publicado por daphniabio às 15:49
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Jornadas das Ciências

A Marilia depois de andar ausente apareceu com este lindo poster

afinal andou a trabalhar !!!!!!!!!

É um facto, este grupo trabalha muito até com os filhos doentes.....

É um grupo de "moiras de trabalho"

 

 

 

 

O grupo

 

 

publicado por daphniabio às 20:11
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Catch me if you can

 

 

Um bom video das daphnias 

O grande problema é contar as "bichas" 

A Manuela é boa nisso

cfb.unh.edu/CFBkey/media/daphniamagna1/daphniamagna1.html

publicado por daphniabio às 19:59
link do post | comentar | favorito
|

Sobre Nós

pesquisar

 

Fevereiro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
14

15
16
17
19
20
21

22
23
24
26
27
28


posts recentes

A Daphnia Magna e os cora...

Fim

Classificação de Seres Vi...

O poster da UNIÃO

O Clube Dafnia

Reprodução

Habitat

Classificação/Morfologia

Jornadas das Ciências

Catch me if you can

arquivos

Fevereiro 2009

blogs SAPO

subscrever feeds